sábado, 14 de dezembro de 2013

BOM FINAL DE SEMANA


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Vambora de hj

   Vambora-Lima (Peru)

Os próprios peruanos se surpreendem com a transformação da capital; siga nosso roteiro para conhecer o melhor da cidade.

Bairro de Miraflores, em Lima, conhecido por suas praias, jardins e shoppings
Bairro de Miraflores, em Lima, conhecido por suas praias, jardins e shoppings
Lima vem se reinventando nos últimos anos. Os próprios peruanos ainda se surpreendem com a transformação da capital de quase 9 milhões de habitantes. Antes opaca e ensimesmada, a cidade agora mostra outra cara: está mais colorida e radiante. Aos poucos parece retomar a altivez dos tempos em que foi capital do Vice-Reino espanhol do Peru, quando era chamada de Cidade dos Reis e abastecia a Coroa com ouro e prata. Prova disso é a restauração do centro histórico, dominado por uma elegante Plaza de Armas, um dos mais belos conjuntos coloniais do continente. 
Huaca Pucllana, em Lima, no Peru
Huaca Pucllana, em Lima, no Peru
Dia 1
Comece o reconhecimento da cidade pelo Centro. O Monumento ao Almirante Miguel Grau, herói da Guerra do Pacífico, travada contra o Chile, demarca a região, declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco em 1991. Esse título se deve muito ao fato de o coração da cidade ter sido desenhado por Francisco Pizarro, o mesmo que comandou o sequestro e assassinato do último imperador inca, desmantelando o maior império pré-colombiano. Diz-se que o capitão espanhol se inspirou num tabuleiro de xadrez para planificar a área.
Parque la Reserva, em Lima, Peru
Parque la Reserva, em Lima, Peru
Como costuma ocorrer em países de colonização espanhola, o centro administrativo e religioso concentra-se na Plaza de Armas. Ali, chama a atenção o estilo neoclássico da Catedral de Lima, três vezes construída em decorrência de terremotos. Diante dela, uma fonte jorra pisco em datas festivas. Ao lado, ficam os palácios do governo. O projeto de remodelação do centro restaurou a maior parte dos edifícios do entorno e ainda devolveu a tranquilidade aos limenhos, que há muito haviam deixado de frequentar a região. Nova iluminação e reforço no policiamento também contribuíram decisivamente nesse resgate.
Larcomar, em Lima, Peru
Larcomar, em Lima, Peru
Também nos arredores da Plaza San Martín as construções estão impecáveis e relembram as primeiras décadas do século passado, quando a arquitetura peruana buscava inspiração na francesa. No centro da praça reluz a estátua equestre do general José de San Martín, artífice, ao lado de Simón Bolívar, da independência do Peru, decretada a 28 de junho de 1828. Ali perto, aliás, a história do país é contada no Museu do Banco Central. Há outros acervos dignos de nota, e de visita, tal como o Museu do Ouro Miguel Mujica Gallo. Mas nenhum exibe o frescor da Casa da Gastronomia Peruana, inaugurada há um ano e que ocupa parte do histórico prédio dos Correios, de 1860. A celebrada culinária local está toda ali, numa aula de lamber os beiços.
Parque la Reserva, em Lima, Peru
Parque la Reserva, em Lima, Peru
Com o estômago roncando, siga para o Restaurante e Bar Cordano, o mais antigo em funcionamento na capital. Aberta em 1905, a casa mantém a mesma aura das antigas e serve lanches e pratos simples e saborosos. Aproveite para provar a butifarra, substancioso sanduíche de jamón salsa criolla, à base de cebola roxa e pimenta. Experimente também a chicha morada, o adocicado suco de milho roxo cultuado pelos nativos. Essa clássica combinação peruana não sai mais do que R$ 15, excelente custo-benefício num ambiente propício a jogar conversa fora, inclusive com os atenciosos donos, de origem italiana.
Miraflores, em Lima, Peru
Miraflores, em Lima, Peru
Tanque abastecido, tome o rumo do Monastério de São Francisco enquanto faz a digestão. A construção, do século 17, esconde impressionantes catacumbas, resquícios do primeiro cemitério municipal de Lima. Recentemente, arqueólogos contabilizaram a existência de cerca de 25 mil ossadas ali. Tombado pela Unesco, o conjunto arquitetônico colonial contempla também a Iglesia de La Soledad e a Capilla Del Milagro. O local abriga um sem-fim de obras de arte sacras, azulejos sevilhanos, pinturas... uma visita indispensável
.Em estilo barroco, a Catedral de Lima guarda os restos mortais de Francisco Pizarro, espanhol que reinaugurou a cidade em 1535
Lima ainda não conta com metrô, portanto deslocamentos mais longos devem ser feitos de ônibus, táxi ou a bordo dos populares tuc-tucs. Uma boa referência é a Avenida Arequipa, que corta a cidade de norte a sul e interliga os principais bairros. Caminho fácil de ser seguido.
Eleja Miraflores como base. Ali concentram-se as melhores opções de hospedagem, ótimos restaurantes, muitos bares e cafés. Boêmio e cultural, o bairro é o cenário favorito dos romances de Mario Vargas Llosa, para citar apenas o autor mais reconhecido da rica escola literária peruana. Há pouco a cidade passou a oferecer um tour literário inspirado nos livros do prêmio Nobel.
Entre outros pontos de interesse, o roteiro inclui o Parque Salazar, atualmente conhecido como Larcomar. Trata-se de um amplo shopping de arquitetura arrojada, de frente para o mar, que reúne desde renomadas butiques internacionais a lojas de artesanato de alta qualidade, roupas de alpaca, bijuterias de prata e, claro, mais e mais opções gastronômicas. Integrado ao Malecón, o Larcomar também ajuda os turistas no quesito serviços, já que ali você encontra bancos e farmácias.
Siga pelo calçadão à beira-mar limenho, sinta a brisa do Pacífico no rosto, caminhe até a Plaza Del Amor. Inspirada nos traços do Parque Güell, clássico da Barcelona de Gaudí, a praça é palco de concursos de beijo no dia dos namorados (14 de fevereiro) e um belo cenário para curtir o fim de tarde. Quando a noite cair, deixe-se levar pelos bulevares miraflorinos, escolha um dentre seus muitos restaurantes e relaxe.
Se quiser mais animação, tome um táxi rumo a Barranco, bairro com uma das noites mais badaladas do continente. Acredite. Lá você vai entender o que significa “salir de boleto”, gíria local para “cair na balada”, e ainda vai aprender a conjugar o verbo “piscotear”, derivado da bebida nacional peruana, o pisco.
Dia 2
Recuperado da baladação da noite anterior, reserve a manhã do segundo dia de estada na capital peruana para se surpreender com uma de suas características mais marcantes e, curiosamente, menos divulgadas. Semelhante ao que ocorre na Cidade do México, para ficar numa comparação latino-americana, Lima tem um grande número de sítios arqueológicos escavados em meio à urbe.
O mais emblemático é a Huaca Pucllana, extenso centro cerimonial da cultura lima, cujo maior assentamento teve lugar em Pachacamac, a 40 quilômetros da capital. No coração de Miraflores, seus templos foram feitos há séculos em barro e adobe e possuem bases piramidais. Como praticamente nunca chove em Lima, cerca de 30% de suas construções originais permanecem intactas. Recentemente, um importante veículo de comunicação nacional lançou a campanha Lima Milenária, abraçada pelo governo como parte do resgate das raízes locais, em que mostra que a ocupação da cidade remonta há mais de 4.000 anos.
Depois de descobrir que Lima tem muita história para contar, é hora de caprichar na escolha de um restaurante à altura do seu apetite. Nesse aspecto a metrópole revela sua melhor vocação nos dias de hoje. Capitaneada por Gastón Acurio, embaixador informal da gastronomia peruana no mundo, uma nova geração de chefs emana da filial limenha da centenária Cordon Bleu francesa.
Pois é. Não tenha pudores em escolher entre o Astrid & Gaston, considerado o melhor do pedaço, a oficina de cozinha de Ricardo Cavenecia em exibição no Los Cavenecia, o La Red ou Señorío de Sulco. Todos eles são expoentes da alta gastronomia contemporânea do Peru. Endereços em que se cultuam ceviches, paltas, causas, lomos saltados, suspiros... fique à vontade.
A arte das caçarolas é levada tão a sério naquelas bandas que Lima abriga atualmente o maior festival do gênero na América do Sul, o Mistura, que reúne os melhores mestres-cucas do mundo a cada setembro. Ah, detalhe: no Señorío de Sulco, em Miraflores, você ainda pode participar de uma aula de preparo dos pratos típicos.
De barriga cheia e espírito leve, percorra a orla pela Avenida Costanera, pontuada por referências românticas onde os noivos tiram fotos para seus álbuns de casamento.
No caminho encontra-se o Salto Del Fraile, um desfiladeiro de onde um frei teria se atirado ao mar na esperança de alcançar um barco e fugir, mas teve fim trágico ao ser arremessado pelas ondas contra o paredão rochoso. Hoje em dia vez ou outra um ator repete a ação, provando que o religioso da época colonial não deu sorte no momento do salto.
Ao entardecer volte a Miraflores para uma experiência inusitada. Perto da Plaza del Amor, parapentes colorem o céu de Lima. De cara para o Pacífico. O voo duplo (cerca de R$ 100 por pessoa) não requer prática ou habilidade. Com a coragem, sim, é bom estar em dia. Vento no rosto, batimentos cardíacos acelerados. Fotos e mais fotos. Sensacional.
À noite, o Parque de La Reserva é o programa favorito de muitas famílias – e turistas, claro. Nele está o Circuito das Águas, com 13 fontes iluminadas, uma delas com jatos de 80 metros de altura. As fontes formam diversos arcos cheios de luz, e os visitantes passeiam por dentro deles. Impossível não se divertir.
De lá siga de volta a Barranco, sim, o bairro da balada. Mas, antes de se perder de bar em bar, procure a Ponte dos Suspiros, que une as ruas Ayacucho e Hermita. Suspensa a oito metros do chão, a passarela tem 44 metros de extensão. Dizem que quem a atravessa num só fôlego tem um desejo realizado. Tente se lembrar disso, prenda a respiração e vá em frente. Depois, bem, depois você já pode voltar a praticar o verbo “piscotear”.
Fonte:      viajeaqui

Você sabia ?

No Paraguai, se duas pessoas forem registradas como doadoras de sangue, elas podem participar legalmente de duelos






Você consegue imaginar como era viajar de avião nas décadas de 50 e 60?

Você consegue imaginar como era viajar de avião nas décadas de 50 e 60?
As décadas de 50 e 60 foram muito relevantes para o transporte aéreo, tanto que são consideradas por muitos como a Era de Ouro da Aviação. Logicamente, as viagens eram muito diferentes do que conhecemos hoje.
O primeiro ponto que diferencia as viagens das décadas de 50 e 60 da atualidade é o preço das passagens. Não que hoje em dia elas sejam exatamente baratas, mas nada se compara com o preço que elas tinham anos atrás.
Só para se ter uma ideia, na década de 50 as passagens chegavam a custar 40% ou mais do que pagamos hoje. Em 1955, um bilhete de ida e volta de Chicago até Phoenix (uma distância de cerca de 2.700 quilômetros) custava 138 dólares, que, se ajustado de acordo com a inflação, equivale atualmente a 1.168 dólares.
Hoje, a mesma passagem custa em torno de 1% do salário anual de um americano. Naquela época, uma pessoa poderia investir até 5% dos seus ganhos anuais apenas para poder viajar de avião.

Depois de pagar cinco vezes mais, o que você espera é ter muito mais conforto e segurança, não é mesmo? Pelo contrário! Os passageiros daquela época tinham, na verdade, cinco vezes mais chances de sofrer um acidente. Os dados apontam que atualmente a cada 100 mil horas de voo, ocorrem 1,33 fatalidades, enquanto em 1952, a cada 100 mil horas de voo, ocorriam 5,2 mortes, sem contar que o número de passageiros aumentou 42 vezes nos últimos 60 anos.
O principal motivo da falta de segurança era o desenvolvimento precário da tecnologia. 
Ainda, os baixos tetos das aeronaves e o design dos cintos de segurança poderiam oferecer riscos caso o avião enfrentasse uma turbulência ou sofresse uma queda. Também era comum que paredes de vidro dividissem a primeira classe e a classe econômica. Embora fossem bonitos, esses acessórios poderiam estilhaçar em caso de acidentes. Na Era de Ouro da Aviação, até mesmo uma simples caminhada até o banheiro poderia ser fatal, já que a segurança dos aviões não era uma questão importante.

A vista de cima das nuvens é linda e isso todo mundo sabe. Mas chega uma hora em que você não aguenta mais ficar olhando pela janelinha, não é mesmo?! Hoje contamos com distrações como gadgets, música e até mesmo filmes e jogos em voos mais longos.

No entanto, nada disso estava disponível algumas décadas atrás – os filmes só foram ganhar popularidade em meados dos anos 60 e não era possível ouvir música com fones de ouvido nos voos até 1985. Qual era o ponto alto das viagens de avião nas décadas de 50 e 60, então? Escrever cartões postais!

Fonte da imagem: Reprodução/Fast Company

Diferentemente de hoje, na Era de Ouro da Aviação o passageiro podia fumar e beber durante o voo. Cigarros, cachimbos e charutos podiam ser livremente consumidos enquanto a aeronave estivesse no ar. Porém, no solo era proibido, já que as companhias aéreas acreditavam que a fumaça poderia incendiar o gás liberado pelo combustível durante o reabastecimento da nave.
Além disso, acontecia de alguns passageiros passarem dos limites com a bebida, que também era liberada. Embora não haja registros de violência, ocorriam alguns comportamentos inadequados – tropeçar, cair, assediar as aeromoças, cantar alto e vomitar eram os mais frequentes.

Outro fator negativo da aviação nas décadas de 50 e 60 que tende a ser esquecido.
O que acontecia no ar era apenas um reflexo do que estava acontecendo na sociedade. Um dos motivos pelo qual pessoas negras raramente viajavam de avião era a economia. Em 1950, o salário anual médio de um afrodescendente era 1.471 dólares. Já um homem branco chegava a receber o dobro dessa quantia. E, se nos lembrarmos de que as passagens eram muito caras, o que fazia com que as viagens de avião fossem praticamente um artigo de luxo, ficava fácil entender porque não era algo acessível às minorias.

Fonte da imagem: Reprodução/Fast Company

Logicamente, viajar de avião durante a Era de Ouro da Aviação estava longe de ser uma experiência negativa. Existia uma série de mimos e pequenos luxos que eram oferecidos aos passageiros e que não existem mais hoje em dia.
Enquanto as companhias aéreas recomendam que seus passageiros cheguem ao aeroporto com um grande prazo de antecedência, décadas atrás as empresas ofereciam mais tranquilidade para seus clientes, garantindo que conseguiriam pegar seu voo se chegassem com apenas 30 minutos de antecedência.
Ao embarcar, era possível notar que as aeronaves tinham mais espaço entre as poltronas, proporcionando mais conforto durante a viagem. 
Além disso, todos os detalhes durante o voo eram pensados para criar uma experiência incrível: o visual das cabines, o uniforme dos tripulantes, a louça e os utensílios utilizados para servir as refeições eram itens que haviam sido desenvolvidos pelos melhores designers do mundo.

Fotoguia :Neve cai no Egito pela primeira vez em mais de 100 anos

Neve cai no Egito pela primeira vez em mais de 100 anos
A camada de neve que cobriu boa parte do Oriente Médio chegou em Cairo, capital do Egito, ontem, dia 13 de dezembro. Os jornais locais aponta que esta é a primeira vez que a neve cai nos últimos 112 anos, fato que impressiona e alarma a população ao mesmo tempo.
Em uma cidade que costuma registrar anualmente índices pluviométricos bastante baixos, centenas de pessoas pararam suas atividades para admirar e fotografar o branco que cai do céu e cobre boa parte do cenário local. A nevasca atingiu principalmente a capital e demais cidades do norte do país.
Neve na província do Monte Sinai, a 400 quilômetros ao sul de Cairo.Fonte da imagem: Reprodução/Huffington Post
Mas não foi apenas a população do Egito que foi pega de surpresa por um fenômeno raro na região. Em Jerusalém, capital de Israel, a mídia local informa que as escolas e rodovias estão fechadas e os transportes estão suspensos devido aos 10 centímetros de neve que já se acumulam – o maior registro desde 1953.
Ventos congelantes e flocos de gelo também alcançaram a Síria, o Líbano e a Jordânia, aumentando as preocupações da população e dos refugiados que guerra que se abrigam em barracas frias. 

Incrivel de hj :Conheça 5 talheres que deixariam suas refeições mais práticas e divertidas

Conheça 5 talheres que deixariam suas refeições mais práticas e divertidas
Tem coisas na vida que simplesmente não foram feitas para se comer com garfos e facas, não é mesmo?! Mas quando é preciso recorrer aos dedos, a sujeira nem sempre compensa. Foi pensando nesse tipo de situação que diferentes designers criaram soluções práticas para as refeições do dia a dia.
São utensílios criativos que poderiam muito bem fazer parte da gaveta de talheres de todos nós. 

1) Tampas para comer

Fonte da imagem: Reprodução/Perpetual Kid
Nem sempre sobra tempo para almoçar direito quando a rotina do trabalho está apertada. No meio da correria, os tradicionais talheres de plástico também não resolvem o problema. Afinal, alguém já conseguiu cortar um pedaço de carne sem quebrar um daqueles garfinhos ou facas?! Então, para facilitar a sua vida no escritório, em viagens ou na escola, o “Dine Ink” pode transformar suas canetas em talheres. Simulando uma tampa, as peças fazem com que as tradicionais canetas esferográficas virem um garfo, uma colher e uma faca em poucos instantes.

2) Protetores para os dedos


Tem gente que acha que se sujar faz parte da diversão. Mas o que fazer quando você está se deliciando com algumas asinhas de frango e o seu telefone toca? 

3) Pinça para pipoca

Fonte da imagem: Reprodução/Americana
Todo mundo sabe que comer pipoca sempre faz uma pequena sujeira: os dedos ficam cheios de sal e é quase inevitável que uma pipoca caia no sofá ou seja esmagada no chão. Para resolver esses problemas, existe o “Popcorn Fork”, que é um utensílio plástico semelhante a uma pinça que serve para que você leve a pipoca diretamente da bacia para a boca, sem ficar com os dedos grudentos e com menos chances de derrubar no chão. Se quiser mais sal, a peça ainda vem com um saleiro na ponta. 

4) Garfo para macarrão


The Original Pasta Fork”, um garfo com design em espiral feito especialmente para saborear uma bela macarronada. Para usar o utensílio, deve ser necessário um pouco de treino, mas certamente vale a pena.

5) Gancho para biscoitos

Fonte da imagem: Reprodução/Amazon
Quem gosta de saborear seus biscoitos recheados com um toque de leite sabe a meleca que acontece quando sobra apenas um pedacinho e você precisa mergulhar a bolacha, os dedos e tudo mais dentro do copo ou xícara. Para evitar que seus dedos fiquem molhados, “The Dipr” é um utensílio em forma de gancho que foi desenvolvido especialmente para biscoitos recheados e ainda tem a vantagem de deixar sua bebida livre dos possíveis germes presentes nas mãos.

Links para ver neste final de semana

Economizando de maneira burra